Pessoas acessam websites e aplicativos procurando soluções para problemas. O User Experience Design (UX Design) sempre atuou na previsão dessas questões cotidianas para prever as dores do usuário, melhorar a usabilidade de uma interface e, por consequência, tornar seu layout mais agradável e fácil de usar.

Parece óbvio que produtos assim fazem mais sucesso, mas a cultura de projetar para pessoas não é tão disseminada no meio corporativo quanto parece.

A adesão da maioria das empresas ao UX Design foi tardia e isso desencadeou uma torrente de demanda nos últimos anos, mas a impaciência histórica e o ceticismo aos resultados são responsáveis ​​por uma onda de escassez de profissionais experientes de UX em times corporativos no Brasil.

O bom UX Design é tão cotidiano que se torna invisível

(Mas não quer dizer que sua empresa não precisa ter um especialista em User Experience Design)

Ter o design centrado no usuário sempre foi a chave do sucesso de um produto, mas as empresas nem sempre estavam preparadas para trabalhar com uma cultura de UX Design nos seus processos. Mesmo parecendo uma disciplina recente, as mais comuns práticas da área de UX não são novas e estão aí desde o início da web (o livro Design do Dia-a-Dia, marco da usabilidade em produtos físicos do Donald Norman, por exemplo, foi escrito em 1988).

Ao longo dos últimos 20 anos o campo do UX Design evoluiu constantemente em estrutura e definição, mas foi nos últimos 5 anos que o mundo sofreu uma mudança brusca para um mercado bem mais agressivo, ágil e exigente.

Mais tipos de pessoas acessando a internet, usuários muito mais experientes e interconectados, aumento da concorrência digital, novas tecnologias de análise e métricas, neuromarketing, diversidade exponencial de novos dispositivos e muitos outros fatores passaram a exigir que o UX Design fosse muito mais cobrado por resultados tanto na entrega quanto na precisão de um projeto UX aos perfis-alvo.

Ao oferecer métricas reais, resultados e processos integrados aos times de desenvolvimento agile, a percepção de valor do impacto do UX Design no negócio chegou finalmente às áreas administrativas e de grande responsabilidade no meio corporativo.

UX Designers lado-a-lado com Executivos

A forma como as pessoas fazem o ‘UX’ se tornou muito diversa e as especialidades hoje se espalham entre não só design ou desenvolvimento, mas também com psicologia, ciência cognitiva, interação homem-máquina, pesquisa de comportamento e business intelligence. Projetar para a melhor UX é um processo orientado pela equipe, pela tecnologia e pelo negócio e isso impacta diretamente no nível executivo de um produto.

E sim, hoje a experiência, seja dos usuários (UX) ou dos consumidores de uma maneira geral (CX) está sendo acompanhada de perto pela alta cúpula do mundo corporativo, naturalmente em um movimento em que empresas mais jovens e ágeis conseguem ditar as regras por serem mais aptas a incorporar novos processos de inovação, mas grandes marcas já correm atrás do prejuízo seja com profissionais de produto ou Consultorias de UX.

User Experience Design = Sucesso

Finalmente podemos afimar que o UX Design atinge um patamar sólido e profissional para receber investimento e proporcionar redução de riscos no nível executivo de negócios digitais e se torna disciplina essencial para empresas que precisam ter o controle de custos e de processos bem de perto. Quem ganha com isso não são só os negócios, mas os times, todos os profissionais envolvidos e também o usuário final.