Em fevereiro de 2025, Andrej Karpathy viralizou com uma frase provocativa:
“Existe um novo tipo de programação que chamo de ‘vibe coding’, onde você entrega-se completamente às vibrações e esquece que o código existe.”
Absurdo ou inevitável?
O conceito de vibe design também vem ganhando força entre designers, designers e fundadores de produto. Mas o que isso significa, na prática? Como essa lógica emocional e descritiva, onde a intenção vem antes da execução, muda a forma como criamos software e experiências?
Acesse a conversa que aconteceu na nossa live no youtube, com @richardbarros e @mateusvillain sobre Figma, UX e UI Design, Inteligência Artificial e Vibe Design.
Mas afinal, o que é Vibe Coding?
Se a IA consegue transformar uma descrição em código funcional, o que muda no trabalho do dev?
Vamos deixar de codar e começar a apenas “conversar com a máquina”?
Estamos diante de uma evolução do low-code, ou do fim da necessidade de saber programar?
Jakob Nielsen, uma das maiores referências em UX do mundo, explorou isso em seu artigo “Vibe Coding and Vibe Design”, onde afirma:
“A IA está tornando o desenvolvimento de software uma especificação baseada em intenção. Você diz o que quer e a IA devolve o código.”
Mas… o que acontece quando essa ideia chega no design?
O que é Vibe Design e por que você deveria se importar?
Será que a mesma lógica se aplica ao design de interfaces?
É possível descrever a sensação desejada de uma tela e deixar a IA resolver o layout?
E se um designer disser “quero algo mais informal, intuitivo e leve”? Isso basta para gerar uma boa experiência?
Será que o Figma será substituído por um prompt?
Ou será que o papel do designer muda, mas continua essencial?
Quais os impactos disso no dia a dia de produtos digitais?
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O que muda para times ágeis quando protótipos podem ser criados em minutos?
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Devs precisam virar arquitetos e estrategistas?
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Designers se tornam “design engineers”, entregando experiências testáveis desde o início?
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O briefing se torna um prompt? E o handoff entre design e desenvolvimento… desaparece?
Se qualquer pessoa com um bom prompt consegue gerar uma UI funcional, o que separa um produto “ok” de uma experiência memorável?
IA cria ou gera?
Estamos vivendo um momento em que a IA já faz muita coisa.
Mas será que ela entende por que fazer?
Designers e PMs ainda têm um papel crucial na definição de valor, intenção e direção.
Mas… estamos preparados para colaborar com IA como co-criadora e não apenas ferramenta?