Aprenda a diferença entre UX e usabilidade

Será que sua empresa precisa de ajuda com UX ou em usabilidade? E, mais importante, o que exatamente é UX e usabilidade?

Ambos os termos são comuns nos dias de hoje. Por andarem juntos, pode acontecer muita confusão.

Devemos alertá-lo de que esses são sim termos diferentes, e usá-los em contextos inadequados pode trazer complicações para o projeto: existe uma ordem de grandeza, em que um engloba o outro. E essa certamente é uma das principais causas de dúvida!

Quer aprender um pouco mais sobre o tema? Leia atentamente cada tópico deste artigo.

O que é UX?

O UX, termo traduzido como experiência do usuário, considera todos os aspectos que envolvem a relação produto-usuário. Nesse sentido, sua preocupação é mensurar o quão agradável e fácil de usar é o produto.

Essa medida não se aplica somente a produtos digitais. O mundo físico também é palco de vários testes de UX design. O UX design pode ser chamado de “novo ouro” do mercado, dado o quanto tem a agregar nos produtos.

Além disso, pensar em UX significa levar cada detalhe em consideração. O local onde o produto será consumido também é importante para essa métrica, por exemplo. Tudo deve ser o mais agradável possível para o consumidor.

E então chegamos na usabilidade, que faz parte do UX. A usabilidade é um dos atributos a serem trabalhados — e de suma importância para o resultado final do projeto. Na verdade, ela é tão importante que confundimos UX e usabilidade em várias ocasiões.

Vamos ver agora o que difere esses termos.

Quais sãos as diferenças entre UX e usabilidade?

Como diz aquele ditado popular: “uma imagem vale mais do que mil palavras”. Então, cá está a imagem:

Fonte: “Qual a diferença entre usabilidade e experiência do usuário?” de Elisa Volpato.

Em resumo, o UX é um aglomerado de disciplinas e a usabilidade é uma delas. Porém, existem vários outros aspectos importantes que contemplam o UX, como a acessibilidade, valor e utilidade do produto desenvolvido.

A usabilidade em produtos diz respeito a facilidade na hora de usar a interface desenvolvida. 

Além disso, um produto pode ter ótima usabilidade, mas uma experiência do usuário ruim. O caso oposto também é verídico. Tudo depende do contexto geral ao qual o produto está submetido.

Veja alguns exemplos disso:

Exemplo de UX alto e usabilidade baixa

Imagina que legal encontrar um aplicativo para ver filmes completamente de graça (valor) — e dentro da legalidade. Todo mundo só fala do app (credibilidade). Além disso, ele pode ser acessado de diversos SOs (acessibilidade) e encontrado facilmente nas stores.

No entanto, ao fazer download do app, você nota algo terrível: a interface é completamente bugada. Ao tentar fechar uma propaganda, o botão de fechar não funciona e acaba te levando para uma página externa ao app.

Da mesma forma, quando você clica em um filme, outro filme abre no lugar. É um verdadeiro desastre.

Neste exemplo, o aplicativo possui uma nota alta em UX de maneira geral, mas peca muito em usabilidade. Dessa forma, seu UX é alto e sua usabilidade é péssima. Não parece ser um aplicativo muito legal de usar.

Exemplo de UX baixo e usabilidade alta

Sua filha descobriu um app e quer que você o coloque no celular dela. Tudo certo, é só um aplicativo, deve estar na store. Mas ele não está lá. Na verdade, para conseguir o tal app, você vai precisar cavar nas camadas mais sombrias da deep web.

Entre todas as coisas horrendas desse lugar, você finalmente encontra um fórum falando do aplicativo que sua filha quer. Ao entrar lá, é recebido com várias ameaças por pop ups, os quais chegam até a xingar sua mãe.

E então finalmente o aplicativo está em seu computador; hora de colocá-lo para rodar no celular da sua filha. Após a instalação ser concluída, você repara na facilidade que é navegar por todas as páginas do app. Todos os botões estão visíveis e funcionais. É fácil ir de um lugar para o outro dentro do aplicativo.

No entanto, tudo isso não vale de nada: ele é completamente vazio. É isso aí, ele só tem uma usabilidade bacana. Conteúdo que é bom, nadinha mesmo!

Triste, você olha para sua filha — com carinha de choro —, e fala para ela: “esse aplicativo possui um baixa experiência do usuário, mas uma baita usabilidade!”

Nem só de usabilidade viverá o usuário, não é mesmo? Ele também precisa de conteúdo.

Conclusão da história

Quando estiver na etapa de planejar seu produto, fique atento a todos os detalhes de UX. Não dê mais peso para alguns atributos do que para outros. É melhor um produto balanceado do que pendendo para um lado só.

E se precisar de ajuda com o seu projeto, fala com a gente (:

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